quarta-feira, 28/10/2026

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PF apreende bens de suspeitos de lavagem de dinheiro na Paraíba, incluindo veículos, propriedades e obras de arte

A Polícia Federal está intensificando suas ações na Paraíba com a segunda fase da Operação Arena, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas ligado à empresa de apostas PixBet.…

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A Polícia Federal está intensificando suas ações na Paraíba com a segunda fase da Operação Arena, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas ligado à empresa de apostas PixBet. Durante a operação, que teve início em 17 de setembro, os agentes sequestraram uma variedade impressionante de bens, incluindo carros, apartamentos, fazendas, e até obras de arte, além de dinheiro em contas bancárias.

Ainda em fase de avaliação, a PF não conseguiu determinar o valor total dos bens sequestrados até o momento. O foco da investigação gira em torno de Diomar Tadeu Dantas de Farias, um dos sócios da PixBet, que foi preso em Jacumã. A Justiça também autorizou a soltura dele mediante fiança, mas a operação continua em andamento com outras diligências em Campina Grande e João Pessoa.

Entre os bens que estão sob sequestro pela polícia encontram-se veículos, imóveis, e até joias. Segundo a PF, a medida de sequestro visa garantir que esses bens não sejam vendidos ou transferidos enquanto as investigações prosseguem. É importante lembrar que esse sequestro não implica em condenação; a destinação dos bens será decidida pela Justiça, conforme o andamento do processo.

A primeira fase da Operação Arena, realizada em agosto, também revelou um esquema complexo, onde recursos provenientes de apostas eram enviados para uma empresa de fachada em Curaçao. Depois, o dinheiro retornava ao Brasil como se fosse pagamento por serviços inexistentes, criando uma fachada de legalidade. O advogado Nelson Wilians, que também foi alvo da investigação, defendeu que sua relação com a PixBet era exclusivamente profissional.

A situação da PixBet e de seus sócios continua a ser monitorada de perto pela Polícia Federal, que já havia feito apreensões significativas na primeira fase da operação, como o sequestro de até R$ 1,1 bilhão em bens. A comunidade em Campina Grande e em toda a Paraíba observa atentamente o desdobramento desse caso, que levanta questões importantes sobre a legalidade das apostas esportivas na região.