terça-feira, 03/11/2026

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Justiça determina liberdade para blogueira envolvida na investigação sobre a morte de empresário paraibano

Uma reviravolta no caso do latrocínio que vitimou o empresário Glicério Feitosa em João Pessoa trouxe à tona questões sobre a investigação e o papel de influenciadores digitais. A 1ª Vara do Tribunal do…

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Uma reviravolta no caso do latrocínio que vitimou o empresário Glicério Feitosa em João Pessoa trouxe à tona questões sobre a investigação e o papel de influenciadores digitais. A 1ª Vara do Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça da Paraíba decidiu soltar a blogueira Thaisa Figueiredo, que havia sido presa durante a Operação Aurum, realizada em outubro de 2026, sob suspeita de envolvimento na morte do empresário.

Thaisa, que foi detida junto com seu pai, estava sendo investigada por movimentações financeiras que totalizavam cerca de R$ 3 milhões e por ceder um veículo a um dos suspeitos do assassinato. A decisão da Justiça, confirmada pela advogada Sthefannye Coutinho, foi baseada na falta de provas que ligassem a influencer ao crime, o que gerou alívio em sua defesa.

O crime ocorreu em 14 de maio de 2026, quando Glicério Feitosa foi atingido por disparos em frente a uma loja de veículos no bairro do Geisel. O empresário, que tinha se destacado na política local ao concorrer à Prefeitura de Bayeux, foi alvo de uma quadrilha especializada em latrocínios, que visava roubar objetos de valor de pessoas que ostentavam bens em redes sociais. A ação criminosa foi marcada por características de execução, conforme relatou a Polícia Militar na época.

As investigações revelaram que Glicério foi escolhido pela quadrilha, que agia em João Pessoa e tinha um grupo de WhatsApp para planejar os ataques. A Polícia Civil prendeu sete pessoas envolvidas no caso, incluindo Thaisa e seu ex-namorado, que também ajudaram a monitorar a vítima antes do crime.

A advogada de Thaisa mencionou que, embora sua cliente tenha sido liberada, ela deve permanecer em contato com a Justiça e não pode interagir com outros investigados. O caso continua em aberto, com a Polícia Civil trabalhando para apurar a participação de cada indivíduo na trama que resultou na morte de Glicério Feitosa, um empresário que também foi condecorado como cidadão paraibano por seus investimentos no estado.