No último domingo (25), as eleições presidenciais na Paraíba foram marcadas por uma série de ocorrências policiais, totalizando 67, com 18 pessoas levadas às delegacias por crimes eleitorais, conforme informou a Polícia Militar. O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) também contabilizou 49 ocorrências eleitorais, das quais 15 resultaram em prisões.
O crime mais recorrente, segundo a PM, foi a violação do sigilo do voto, onde eleitores registraram suas escolhas por meio de fotos ou vídeos. Em comparação ao primeiro turno, quando 179 ocorrências foram registradas, o clima após o fechamento das urnas foi tranquilo, sem relatos de incidentes durante as comemorações.
De acordo com o TRE-PB, o Centro de Comando e Controle (CCC) identificou 49 ocorrências até o fim da votação, com destaque para os 35 casos de porte de celulares ou outros dispositivos de comunicação, que são proibidos durante a votação. Além disso, foram relatados três casos de boca de urna e dois de desobediência, entre outras infrações.
As prisões aconteceram em 11 cidades paraibanas, com Cajazeiras liderando o número de detenções, totalizando quatro. Outras cidades, como Alagoa Grande e Riachão de Bacamarte, também registraram prisões, mostrando que a fiscalização estava atenta em várias localidades.
Outro ponto importante foi a substituição de 50 urnas eletrônicas durante a votação. A maioria das trocas ocorreu em João Pessoa, onde foram detectados problemas em duas seções eleitorais que exigiram a troca dos equipamentos, garantindo que a votação seguisse sem maiores interrupções.
Na esfera nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu vitorioso, sendo reeleito com 51,79% dos votos válidos, enquanto na Paraíba, ele obteve 67,46% dos votos, solidificando sua aceitação no estado. Esses números revelam um forte apoio da população paraibana ao atual presidente, refletindo um cenário político dinâmico e de intensa participação popular.
Crédito da imagem: Urna eletrônica nas eleições 2026



